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As narrativas de fundo geográfico deram-lhe tal entusiasmo, que rumou para Lisboa, pois Portugal já no século XV tinha notável ascendência sobre a costa africana e os fazedores de mapas e geógrafos ali encontravam emprego. Colombo sabia desenhar; animado pelo que lia e desenhava, apresentou a D. João II de Portugal a sua idéia. Combatido pela Comissão de peritos geográficos, Colombo resolveu deixar Portugal, e dirigiu-se a corte espanhola, onde expôs seus projetos. Afirmava o genovês que as Índias ficavam a poucos dias de nave-gação, e que deveriam existir grandes ilhas e um país desconhecido. Somente após longos anos Fernando e Izabel aceitaram a sua idéia. Em 4 de agosto de 1492, com o titulo de Almirante, Cristóvão Colombo deixou a barra de Saltes com três ca-ravelas, Santa Maria, Pita e Nina. Depois de longo tempo sobre o oceano incerto, a tri-pulação, desanimada, revoltou-se. Mas a sua obsessão de que a terra era redonda levou-o a grandiosa realização do feito de 12 de outubro de 1492, quando abordou a Ilha Guanahani no arquipélago das Lucaias, a qual deu o nome de São Salvador, aportando em seguida em Cuba e Haiti. Voltou a Palos em março de 1493. Em setembro do mesmo ano, o governo espanhol mostrou-se ansioso pela aquisição de novas terras e nomeou-o para uma nova expedição, desta vez com 17 navios. Navegando, em plena confusão de nomes e lugares, cruzou de cima para baixo, o Istmo do Panamá, sempre a procura da terra do ouro. Regressou a Espanha, em 1504, abandonado pelo rei, morreu em 1506.
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Frases de pára-choque de caminhão: “Roubar idéias de uma pessoa é plagio. Roubar de varias é pesquisa”
“ Se procuras uma mão disposta a lhe ajudar, a encontraras no final do teu braço”
“Viva cada dia como se fosse o ultimo. Um dia você acerta”
“ Se não puder ajudar, atrapalhe, afinal o importante é participar” |
HINO NACIONAL BRASILEIRO
Ouviram do Ipiranga às margens plácidasDe um povo heróico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da pátria neste instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito à própria morte! O Pátria amada, idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandesce. Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza Terra adorada, Entre outras mil, és tu, Brasil,Ó Pátria Amada! Dos filhos deste Solo És mãe gentil, Pátria amada Brasil!
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Deitado eternamente em berço esplêndido,Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida”, “Nossa vida” no teu seio “mais amores.” O Pátria amada, idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro dessa flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergue da justiça a clava forte Verás que filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte Terra adorada, Entre outras mil, és tu, Brasil, Ó Pátria Amada! Dos filhos deste Solo És mãe gentil, Pátria amada, Brasil! |