AS DUAS CABRAS

            

Cristóvão Colombo, homem predestinado a decifrar os enigmas dos geógrafos europeus, nasceu  na Itália no ano 1448 na cidade de  Genova.

As narrativas de fundo geográfico deram-lhe tal entusiasmo, que rumou para Lisboa, pois Portugal já no século XV tinha notável ascendência sobre a costa africana e os fazedores de mapas e geógrafos ali  encontravam emprego.

Colombo sabia desenhar; animado pelo que lia e desenhava, apresentou a

D. João II de Portugal a sua idéia. Combatido pela Comissão de peritos geográficos, Colombo resolveu deixar Portugal, e dirigiu-se a corte espanhola, onde expôs seus projetos. Afirmava o genovês que as Índias ficavam a poucos dias de nave-gação, e que deveriam existir grandes ilhas e um país desconhecido. Somente após longos anos Fernando e Izabel   aceitaram a sua idéia.

Em 4 de agosto de 1492, com o titulo de Almirante, Cristóvão Colombo deixou a barra de Saltes com três ca-ravelas, Santa Maria, Pita e Nina. Depois de longo tempo sobre o oceano incerto, a tri-pulação, desanimada, revoltou-se. Mas a sua obsessão de que a terra era redonda levou-o a grandiosa realização do feito de 12 de outubro de 1492, quando abordou a Ilha Guanahani no arquipélago das Lucaias, a qual deu o nome de São Salvador, aportando em seguida em Cuba e Haiti. Voltou a Palos em março de 1493. Em setembro do mesmo ano, o governo espanhol  mostrou-se ansioso  pela aquisição de novas terras e nomeou-o para uma nova expedição, desta vez com 17 navios. Navegando, em plena confusão de nomes e lugares, cruzou de cima para baixo, o Istmo do Panamá, sempre a procura da terra do ouro.

Regressou a Espanha, em 1504, abandonado pelo rei, morreu em 1506.

 


HUMOR

Frases de pára-choque de caminhão:

 “Roubar idéias de uma pessoa é plagio. Roubar de varias é pesquisa”


“ O importante não é ganhar. O importante é competir sem perder nem empatar”

 

“ Se procuras uma mão disposta a lhe ajudar, a encontraras no final do teu braço”

 

“Viva cada dia como se fosse o ultimo. Um dia você acerta”

 

“ Se não puder ajudar, atrapalhe, afinal o importante é participar”

 

HINO NACIONAL BRASILEIRO

Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico 
o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria neste instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito à própria morte!
O Pátria amada, idolatrada, 
Salve, Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandesce.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza 

Terra adorada, Entre outras mil, és tu, Brasil,Ó Pátria Amada!
Dos filhos deste Solo
És mãe gentil,
Pátria amada Brasil!


Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao Sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos 
têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores.”

O Pátria amada, idolatrada, 
Salve, Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergue da justiça a clava forte
Verás que filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte

Terra adorada, Entre outras mil, 
és tu, Brasil,
Ó Pátria Amada!
Dos filhos deste Solo
És mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!